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Growth hacking e web analytics na educação: entenda essa relação

Renan Andrade

O growth hacking ganhou espaço como um marketing orientado a experimentos, capaz de levar a um crescimento acima da média, em pouco tempo e a custos mais baixos. O que você já sabe sobre essa estratégia que pode ser utilizada para aumentar o número de matrículas rapidamente?

Atrair e conquistar novos alunos é uma necessidade comum das instituições de ensino. O mercado da educação é competitivo e sai na frente a instituição de ensino que descobre o que fazer para potencializar seus resultados de captação e alavancar as novas matrículas.

Se você já acompanha nosso blog, sabe que destacamos com frequência a importância da análise de dados e vamos fazê-lo novamente, apresentando neste post a relação entre growth hacking e web analytics. Acompanhe e descubra o caminho para o sucesso de sua instituição!

Growth hacking e web analytics na  educação entenda essa relação

O que é growth hacking para instituições de ensino

O growth hacking para instituições de ensino é uma forma de promover o crescimento rápido da instituição por meio da adoção de estratégias escolhidas com base em hipóteses e experimentos.

Tendo em mente um objetivo vital para qualquer instituição de ensino, a captação de alunos, o growth hacking marketing na educação pode ser usado justamente para suplementar o processo de atração e conversão de novos estudantes para aumentar o número de matrículas rapidamente.

Após uma análise estratégica e definição clara da meta da IE, como elevar as matrículas em X vezes, inicia-se um processo chamado de ciclo de vida do growth hacking:

  • Brainstorming ― o que o growth hacking busca é encontrar formas de alcançar o objetivo de forma rápida e a custos baixos. Para tanto, precisa se basear em ideias e sugestões daquilo o que pode ser feito para a conquista da meta definida;
  • Definição de prioridades ― toda ideia direcionada ao crescimento do número de matrículas de IE é válida, mas é preciso escolher aquela que deve ter prioridade de execução. Essa escolha é feita buscando a ideia que envolve o menor esforço e tem potencial para alcançar um bom resultado;
  • Documentação do experimento ― o growth hacking é entendido como marketing orientado a experimentos porque depende dessa experimentação para melhor direcionar as ações da instituição. Assim sendo, é importante que todo o processo seja devidamente documentado para que sirva de referência posteriormente;
  • Realização de testes ― há um conceito chamado de MVT, sigla para minimum viable test ou teste mínimo viável que deriva da definição de MVP ou produto mínimo viável. A ideia é definir qual a forma mais simples de testar uma hipótese de growth hacking para instituições de ensino e conhecer seus resultados;
  • Análise de resultados ― por fim, é preciso analisar esses resultados para aplicar a estratégia ou identificar erros que precisem ser corrigidos para, de fato, ter condições de alcançar o objetivo definido pela IE.Tendências no marketing de recrutamento e tecnologias no ensino superior

A relação com web analytics e a importância de tudo isso

Como você pode perceber, o growth hacking não é como uma estratégia de marketing tradicional. Desde a definição da meta da sua IE, passando pelo levantamento de hipóteses e pela análise de resultados, o growth hacking para instituições de ensino precisa se basear em dados sólidos.

Sem esses dados, todo o processo se baseia em "achismos" ou hipóteses pouco embasadas ou sequer comprovadas, o que dificulta a conquista de resultados acima da média e em um curto espaço de tempo. Em outras palavras, vai na contramão do growth hacking.

Web analytics representa toda a organização e análise de dados com o objetivo de orientar a tomada de decisões mais assertivas, otimizando uma estratégia desde o seu planejamento, passando pela implementação, até a conquista de resultados. Entendeu a relação com o growth hacking?

Sem analytics, não é possível comprovar que as ações experimentadas aumentem o número de matrículas rapidamente.

Por que tudo isso é importante?

A máxima "tempo é dinheiro" se tornou ainda mais significativa desde que o avanço tecnológico facilitou o acesso à internet e alterou a relação entre consumidores e mercado. Algo que também vale para a relação entre estudantes e instituições de ensino, que agora competem por atenção em um mercado mais competitivo e que demanda estratégias mais poderosas.

Em outras palavras, sem essa aposta no marketing orientado a experimentos, uma instituição de ensino tem chances menores de aumentar o número de matrículas. Mais do que isso, de alcançar os resultados que deseja em pouco tempo e gastando pouco.

Veja também:

Como aplicar o growth hacking em sua IE

Quando explicamos o que é o growth hacking para instituições de ensino, apresentamos o ciclo a ser seguido e é nele que sua IE precisa se basear. Assim sendo, é preciso:

  • Definir qual o problema que sua instituição precisa resolver ou meta a alcançar;
  • Abrir espaço para a criação de muitas ideias voltadas para o crescimento do número de matrículas. Algo que pode ser feito com base na identificação de falhas nos processos atualmente adotadas pela IE e com a participação da equipe da instituição para apontar sugestões de ações que possam ser testadas;
  • Identificar quais ideias podem ser mais facilmente testadas e capazes de levar a melhores resultados para priorizá-las;
  • Escolher as ferramentas e formas para testar as hipóteses escolhidas (e lembre-se de que é preciso documentar todas essas questões para que sejam consultadas antes da definição de outros testes);
  • Analisar os resultados e aplicá-los caso sejam positivos e significativos para promover a conquista do objetivo do aumento do número de matrículas. Se não forem bons o bastante, a IE pode retomar o processo e fazer correções necessárias ou testar outras hipóteses.

Para que tudo isso aconteça, é preciso ressaltar duas questões importantes. A primeira é que sua IE deve estabelecer uma rotina e regras próprias para frequência de reuniões, documentação e execução do processo. E a segunda é de que é preciso contar com um time de especialistas dedicado ao crescimento das vendas.

Vale ressaltar que o growth hacking não é como uma estratégia de marketing tradicional. Por isso, precisa contar com profissionais preparados para interpretar dados e desenvolver uma análise concisa para embasar todo o processo.

É comum que uma instituição de ensino sinta que não reúne os recursos necessários para aplicar uma estratégia de growth hacking por conta própria.

Por isso, é interessante saber que é possível contar com ajuda externa, contratando uma empresa como a MKT4edu como consultora ou responsável por conduzir as ações para aumentar o número de matrículas rapidamente.

Gostou do post? Leia também Tomada de decisão na educação: é hora de confiar nos dados!

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