Mídias sociais atraem novos alunos?
Por que as redes sociais são importantes para a captação de alunos?
As redes sociais são essenciais porque a maioria dos estudantes brasileiros utiliza essas plataformas para descobrir cursos, instituições e oportunidades. Estar presente nesses canais aumenta a visibilidade da instituição e melhora a conexão com o público jovem.
Quais são as melhores mídias sociais para atrair estudantes?
Instagram, TikTok e YouTube lideram em alcance no Brasil, com WhatsApp no atendimento. LinkedIn segue relevante em pós-graduação e segunda formação, enquanto o X ficou bem menor que os demais.
Seguidor vira matrícula?
Não por si só. O seguidor vira matrícula quando o contato sai da rede e entra no CRM, com origem registrada e uma régua de atendimento que continua a conversa fora da plataforma.
Dá para medir o retorno das mídias sociais na captação?
Dá, desde que cada link e campanha leve identificação de origem até o CRM. Sem isso, a rede social aparece só como volume de seguidor, e não como matrícula gerada.
O que você aprenderá nesse artigo?
Neste artigo, você vai entender como transformar presença em rede social em matrícula:
- Onde estão os estudantes: o alcance real de cada plataforma no Brasil e o que isso muda nas estratégias de marketing para novas gerações.
- Apresentar a instituição: como usar o perfil para se tornar conhecido do público certo.
- Divulgar sem parecer anúncio: o que publicar além da oferta direta de curso.
- Conteúdo que sustenta autoridade: formatos com mais alcance orgânico e o papel da IA na escolha deles.
- Interação que aproxima: como a resposta a comentário e mensagem privada entra na experiência.
- Do seguidor ao CRM: o uso do CRM para redes sociais fechando o ciclo até a matrícula.
Sua instituição já sabe como utilizar as redes sociais na Educação? Os jovens brasileiros estão entre os que passam mais tempo conectados à internet e, portanto, quem quiser atrair sua atenção também precisa marcar presença nesse meio.
O Brasil tem 185 milhões de pessoas conectadas, segundo o Digital 2026: Brazil, do DataReportal. As redes se tornaram o principal canal de descoberta de cursos, instituições e oportunidades para quem ainda vai escolher onde estudar.
Instagram, TikTok, YouTube, LinkedIn e WhatsApp são algumas das redes que podem ser utilizadas para que uma instituição de ensino se torne mais conhecida perante o seu público, e se conectar com esses estudantes para transformá-los em seus novos alunos.
Quer saber mais sobre estratégias de atração e captação de alunos por meio das mídias sociais? Continue a leitura deste post.
- Onde estão os estudantes hoje nas mídias sociais?
- Como apresentar a instituição de ensino ao seu público?
- Como divulgar os serviços da instituição sem parecer anúncio?
- Que conteúdo relevante funciona nas mídias sociais da IES?
- Como interagir e conquistar os estudantes nas redes sociais?
- Como o CRM transforma seguidor em lead de matrícula?
- Perguntas frequentes sobre mídias sociais na captação de alunos
- Por onde começar a usar mídias sociais na captação de alunos?
Onde estão os estudantes hoje nas mídias sociais?
Estão concentrados em vídeo. Pelo Digital 2026: Brazil, do DataReportal, com dados de outubro de 2025, o YouTube lidera o alcance publicitário no país, seguido de perto por Instagram e TikTok, enquanto o X aparece muito atrás dos demais.
Legenda: Nas mídias sociais o alcance é só o começo: a matrícula aparece quando o contato chega ao CRM com origem registrada.
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Plataforma |
Alcance publicitário no Brasil |
Papel na captação |
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YouTube |
150 milhões |
vídeo longo e prova social |
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147 milhões |
reels, campanha e atendimento |
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TikTok |
131 milhões (maiores de 18) |
descoberta e conteúdo nativo |
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109 milhões |
alcance de pais e responsáveis |
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90 milhões |
pós-graduação e segunda formação |
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X |
17,1 milhões |
presença institucional pontual |
Tabela: Alcance publicitário declarado pelas plataformas no Brasil, segundo o DataReportal, com base em outubro de 2025.
O número do X explica uma mudança de prioridade. A rede mudou de nome em 2023 e hoje tem cerca de um nono do alcance do YouTube no país, o que a tira da lista de canais principais de uma campanha de captação.
Isso não significa abandonar o perfil. Significa que ele deixa de disputar verba com Instagram, TikTok e YouTube, e passa a cumprir um papel institucional mais restrito.
As estratégias de marketing para novas gerações mudam junto com esse ranking. A Geração Z em vídeo consome conteúdo curto e vertical, e as coortes seguintes já chegam com outro repertório de plataforma.
Quem planeja com dois ou três anos de antecedência precisa olhar para as gerações Alpha, Beta e Gamma, que serão o público de graduação da próxima década e já hoje influenciam a escolha dentro de casa.
Vale acompanhar também quem acabou de chegar. O Bilibili entrou no Brasil em 2026 e cresce entre público jovem de nicho, mas ainda não publica alcance no país, por isso ainda não entra nessa comparação de alcance.
Para a captação, a questão prática é se a plataforma já tem produto de anúncio self-service. Enquanto não tiver, ela entra como teste de conteúdo orgânico, e a comparação de formato com o líder de vídeo está em Bilibili ou YouTube.
Ler esse ranking a cada ciclo é parte das estratégias para o marketing educacional que envelhecem menos, porque a ordem das plataformas muda mais rápido do que o calendário de captação.
Como apresentar a instituição de ensino ao seu público?
Um dos motivos para entender como utilizar as redes sociais na Educação é ter em mente que o público preferencial de uma instituição de ensino são os estudantes com idade universitária.
Seus pais ou responsáveis podem até participar do processo de decisão, mas é sempre crucial que a instituição consiga se conectar e conquistar os estudantes.
Por isso, a instituição de ensino precisa se fazer conhecida pelo seu público, e o caminho para isso é marcar presença no digital.
Hoje, o foco da maioria das campanhas de captação está na Geração Z, nascida entre 1997 e 2012, que consome conteúdo principalmente por vídeos curtos, reels e memes educativos.
Essas estratégias precisam ser rápidas, autênticas e alinhadas com causas sociais e experiências personalizadas. Já os millennials, nascidos entre 1981 e 1996, continuam relevantes em cursos de pós-graduação e segunda formação.
Portanto, identificar as mídias estratégicas é o primeiro passo para saber em quais criar um perfil e deixar que os estudantes saibam que a sua instituição existe a serviço deles.
Como divulgar os serviços da instituição sem parecer anúncio?
É claro que a ideia de criar uma página em mídias sociais para estudantes já foi colocada em prática por milhares de instituições de ensino. Portanto, não há dúvidas de que sua instituição precisa se promover nessas redes.
O importante aqui é entender que essa divulgação não deve ser feita exclusivamente na forma de anúncios, pagos ou não, que só visam a venda direta dos serviços da instituição de ensino.
Essa divulgação pode apresentar dados sobre a colocação em rankings relevantes ou eventos interessantes como mostras de profissões.
São informações que fortalecem a imagem da instituição e servem para atrair atenção de novos alunos em potencial. É também aqui que o Marketing nas redes sociais se separa do anúncio puro.
Uma boa régua de publicação alterna prova social, bastidor de curso e resposta a dúvida recorrente. Nenhuma dessas peças vende diretamente, e todas elas sustentam a decisão de matrícula meses depois.
Esse equilíbrio costuma ser o primeiro ajuste sugerido por especialistas em marketing educacional quando o perfil tem alcance e não gera contato.
O marketing nas redes sociais também prepara terreno para a conversa comercial. Quem já viu o bastidor do curso chega ao atendimento com menos objeção e mais pergunta específica.
Que conteúdo relevante funciona nas mídias sociais da IES?
Funciona o conteúdo que interessa a quem ainda não escolheu o curso. Por isso, diversas instituições de ensino possuem blogs em que postam conteúdos informativos não apenas sobre seus cursos, mas sobre diferentes temáticas.
São temas que interessam àqueles que se preparam para ingressar na vida universitária, de escolha de carreira a rotina de estudo.
As redes sociais e os diversos formatos que comportam, como textos, imagens, vídeos e transmissões ao vivo, servem de suporte para o compartilhamento desses conteúdos.
Isso contribui para que o material seja visto por um número maior de potenciais alunos, sem depender só do investimento em mídia paga.
Reels no Instagram, Shorts no YouTube e conteúdos nativos no TikTok têm alcance orgânico muito maior do que posts estáticos. Para além do entretenimento, esses formatos têm se mostrado poderosos para transmitir autoridade e humanizar a instituição.
Ferramentas com inteligência artificial aplicada ao marketing educacional ajudam a identificar quais formatos e mensagens têm mais chance de engajar, além de sugerirem melhores horários para postagem e segmentações avançadas de público.
Isso garante um uso mais inteligente e eficiente das redes sociais na captação, e é uma das dicas de marketing que mais economiza verba de impulsionamento.
Vale registrar quais temas geram mais mensagem privada. Essa lista costuma render dicas de marketing melhores do que qualquer calendário editorial genérico.
Como interagir e conquistar os estudantes nas redes sociais?
Mais do que ter uma página, fazer postagens ou compartilhar conteúdos relevantes, as redes sociais servem para a interação. Por meio delas, jovens se comunicam com quem lhes dá a oportunidade.
Por isso, é importante que uma instituição de ensino saiba se abrir para esse diálogo, com tempo de resposta definido e alguém responsável pela caixa de entrada.
Qualquer tipo de postagem pode receber curtidas e comentários que devem ser respondidos. O mesmo vale para conversas privadas, que tendem a permitir uma conexão ainda mais próxima com o estudante.
Em todas as mídias sociais para estudantes, essa interação e esse relacionamento refletem na experiência que a instituição se dedica a oferecer desde o primeiro contato.
É algo que agrega muito valor ao processo de atração e captação de alunos, e que nenhuma campanha paga compra depois.
Como o CRM transforma seguidor em lead de matrícula?
O CRM transforma seguidor em lead quando registra a origem do contato e devolve o histórico para a equipe de atendimento. Sem esse registro, a rede social continua sendo avaliada por curtida, e não por matrícula.
O uso do CRM para redes sociais começa simples: cada link publicado leva identificação de campanha, e cada mensagem privada que vira atendimento gera um registro de contato.
A partir daí, o CRM educacional mostra qual plataforma trouxe o candidato, quanto tempo levou até a inscrição e onde a conversa parou.
É essa leitura que permite comparar a taxa de conversão por canal em vez de comparar seguidores, que é a métrica que menos se converte em receita.
Do lado da operação, o modelo de inbound marketing organiza a sequência: o conteúdo atrai, o formulário ou a conversa registra, e a régua de comunicação nutre até a decisão.
O inbound sales fecha essa cadeia com uma abordagem que parte do interesse já demonstrado, e não de uma lista fria. Ferramentas como o CRM da Hubspot concentram esse histórico em um único lugar.
Um CRM para gestão educacional bem alimentado também facilita a rotina de quem decide verba, porque separa o que foi alcance do que foi contato qualificado.
Na prática, um CRM educacional integrado à rede social encurta o tempo entre a dúvida e a resposta. O inbound sales usa esse histórico para abordar no momento em que o candidato ainda está decidindo.
É o mesmo princípio do inbound marketing aplicado a canal social: atrair com conteúdo, registrar o contato e nutrir até a inscrição, sem depender de lista comprada.
Perguntas frequentes sobre mídias sociais na captação de alunos
Por onde começar a usar mídias sociais na captação de alunos?
Comece pela plataforma onde o seu público já está e pela ligação com o CRM, nessa ordem. Perfil em cinco redes sem registro de origem entrega menos do que um perfil bem operado com contato rastreado.
Depois disso, o ganho vem da rotina: publicar, responder e ler o funil por canal a cada ciclo de captação. É o que transforma estratégias para o marketing educacional em matrícula contada.
Estratégias de atração e captação de alunos que se sustentam têm uma característica em comum: cada canal responde por um número, e não por uma sensação.
Quer mais dicas de como utilizar as mídias para atrair novos alunos? Entre em contato com a nossa equipe.






