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Como o inbound marketing ajudará na captação de clientes

Renan Andrade

captação de clientes

Você ainda tem alguma dúvida de que o inbound marketing é uma estratégia fundamental para a captação de clientes da sua empresa? Então, você está no lugar certo. Hoje, você vai entender, de uma vez por todas, os motivos pelos quais investir em inbound é essencial para todo e qualquer negócio.

O que você vai ver neste post? 

  • O que é inbound marketing;
  • Como o inbound marketing surgiu;
  • Relação entre inbound e as fases do marketing;
  • Qual é a diferença entre inbound e outbound;
  • Como o inbound te ajuda a captar clientes.

A forma de comunicar muda o tempo todo, e aquele velho clichê de que "a forma de comunicar mudou" não é mais novidade, nem tão pouco convincente. Todo mundo já sabe disso! E qualquer pessoa que trabalha com comunicação sabe que é como dizem os memes que circulam na internet: o profissional de comunicação e marketing não tem um minuto de paz (risos). 

Brincadeira à parte, sempre que as nuances que dão luz a essas mudanças surgem, cabe a nós, como profissionais, identificá-las e trazê-las para a realidade dos nossos clientes, e é aqui, mais uma vez, que o inbound marketing afunda ainda mais as suas raízes: na comunicação de mão dupla entre marca e cliente. 

O inbound não é uma estratégia que surgiu ontem e não é uma estratégia com foco exclusivo em vendas; no inbound, a venda é estratégica e faz parte do processo. Não é à toa que o inbound marketing também é conhecido como marketing de conteúdo, aqui, o conteúdo respira relacionamento e esse relacionamento ajuda a otimizar orçamento, reduzir a jornada de compra e, de quebra, deixa você mais perto do consumidor.

Aliás, aqui vale um gancho: se você é daquelas pessoas mais resistentes a termos e "novidades", saiba que o inbound já é praticado muito antes de ser inbound! Desde o marketing 2.0, já podemos observar as nuances do inbound sendo utilizadas mesmo sem o conhecimento de que isso viria a se tornar parte de uma estratégia maior alguns anos à frente. 

Se você ainda não pegou o fio da meada, lembre-se de que o marketing 2.0 foi a fase dos anos 90, em que as marcas deixaram de pensar apenas nos 4P's e passaram a levar em consideração as características e o perfil dos consumidores (4 C's), e também foi nesse momento que a internet começou a surgir nas massas e, então, a ideia de pesquisa online começou, timidamente, a fazer parte da vida do consumidor. 

Mais tarde, no marketing 3.0, o foco já estava em oferecer aos consumidores melhores ambientes relacionados aos produtos, criar um produto melhor, um ecossistema mais completo e já pensando na usabilidade e experiência do consumidor na jornada de compra. 

Chegando no marketing 4.0, o conceito de inbound já era conhecido, mas ainda não era considerado um braço tão importante do marketing como é hoje, em todo caso, nessa etapa, a internet já era parte consistente da rotina e a jornada de compra mudou completamente; passamos a personalizar produtos, serviços e soluções, antecipamos o desejo e trabalhamos com antecipação. 

Se você está conseguindo acompanhar o raciocínio, já entendeu que o inbound sempre existiu, mas ninguém havia dado a devida atenção a ele, não é verdade? Isso porque, até aqui, nós nem havíamos chegado no conceito de marketing 5.0 apresentado por Kotler em 2021!

No marketing 5.0, o inbound passou de "vale a pena dar uma olhada" para o essencial. As marcas estão em busca de atingir a esfera emocional dos consumidores e explorar um lado que vai além de consumir. O ponto aqui é envolver e tornar esse consumidor um embaixador da marca. E qual é a melhor forma de fazer isso? 

Acertou quem falou: R-E-L-A-C-I-O-N-A-M-E-N-T-O.

Daqui para frente, vamos guiar você para que conheça mais a fundo o inbound marketing e entenda como ele ajudará na captação de novos clientes. Vamos lá? 

O que é Inbound Marketing?

Tirando a definição exata da fonte (da Hubspot) (e mais tarde você vai entender por que usamos a HS como fonte), podemos dizer que "o Inbound Marketing é um conjunto de técnicas que envolve a criação e o compartilhamento de materiais específicos para um determinado público que será impactado de acordo o que busca na Internet"

Ou seja, o inbound é um conjunto de estratégias de comunicação e marketing com foco em chamar a atenção de um determinado público. 

E isso já não existe dentro do funil de marketing? Sim, mas não da forma como essas técnicas são trabalhadas no inbound. O funil é um funil (jura?), e isso significa que ele é uma entrada e saída que começa no topo e termina quando o lead chega no fundo do funil e vira cliente. Mais ou menos assim: 

funil de marketing

Já no inbound, nós temos a famosa Flywheel, em que o ciclo de vendas é pensado e estruturado como um grande ciclo, ou seja, ele não tem fim. O atrito entre as ações de marketing/vendas e o cliente deve ser contínuo. 

 

Flywheel

 

Nesse cenário, é preciso nutrir e manter o cliente satisfeito a todo momento e em qualquer etapa da jornada. Atrair, engajar e encantar são as forças que mantêm esse círculo em constante rotação. Para isso, é preciso ter grande organização e sinergia entre os times. 

Engana-se quem pensa que essas duas estratégias devem andar separadamente. Muito pelo contrário! O funil e a flywheel devem andar juntas e em harmonia para que você consiga obter melhores resultados e identificar mais facilmente as etapas da jornada do seu cliente. 

Veja também:

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Como surgiu o Inbound Marketing? 

Lembra que, quando trouxemos, ali em cima, o conceito retirado da Hubspot, falamos em fonte? Então, embora o inbound já tenha suas estratégias exploradas há muito tempo (como explicamos no começo do post), o termo Inbound Marketing começou a ser usado em 2006, quando Brian Halligan e Dharmesh Shah fundaram a HubSpot (Software para automação de marketing, CRM e vendas). 

Mas a popularização começou a ocorrer mesmo em 2009, quando os próprios fundadores da Hubspot lançaram o livro Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google

Obviamente, de lá para os dias de hoje, esse conceito se aperfeiçoou, e a forma como ele é utilizado nas empresas também! Isso porque, como já mencionamos, a forma de comunicar muda o tempo todo, então, é normal que as estratégias de comunicação também mudem.

Há alguns anos, as propagandas eram feitas por rádio, depois por televisão, jornais e revistas. Hoje, em menos de um segundo, você fala com o seu público pelo Twitter, Facebook (ele ainda não morreu), Instagram, TikTok etc. 

Voltando à história do inbound, o feito de Brian Halligan foi colocar em um conceito a observação cirúrgica de como o processo de vendas já naquela época estava mudando. Listas de e-mails, propagandas direcionadas para públicos muito distintos e não segmentados e mais e mais dinheiro sendo investido às massas sem direcionamento. Aos olhos dele, essas práticas não estavam alcançando o público certo. 

Bom, ele estava certo! A estratégia de inbound marketing com conteúdo de qualidade, direcionado ao público certo, fez com que muitas empresas passassem a crise de 2007 e 2008 crescendo em faturamento. E não só em 2007/08, mas a pandemia que vigorou em 2020/21 também mostrou o quando o consumidor não tem mais "saco" para marcas que só querem vender. 

O consumidor entendeu que tem poder de argumentação e voz, e que essa voz em união com as tribos têm grande impacto na vida útil das marcas. 

Inbound Marketing x Outbound, qual é a diferença? 

O outbound marketing existe desde que a propaganda existe! E sim, funcionou por muito tempo e, a depender da estratégia da empresa nos dias atuais, ele ainda funciona, mas sozinho, ele tende a gerar mais despesas do que converter visitantes em leads. Para você entender melhor a diferença entre Inbound e Outbound, aqui vai um comparativo: 

Inbound x outbound

Como o Inbound irá te ajudar na captação de clientes?

Se você conseguiu acompanhar o nosso raciocínio até aqui, com certeza, já entendeu que o Inbound vai muito além de vender. O objetivo do Inbound é gerar relacionamento, criar um vínculo real e fazer parte da vida do consumidor. 

Esse tipo de vínculo é aquela coisa que faz o consumidor se sentir parte de algo, que cria memórias e leva esse consumidor a ser um advogado da sua marca. 

Isso não significa que deve ser o fim do Outbound, mas que o Inbound deve fazer parte da sua rotina como marca e como empresa. 

Quando você produz um conteúdo nichado e divulga esse conteúdo nas plataformas corretas, em que o seu cliente realmente está, a chance de você atingir um potencial comprador (encurtando drasticamente a jornada de compra) é muito mais alta do que no marketing de guerrilha. 

De acordo com a própria Hubspot, obter leads por meio do inbound é 42% mais barato do que no outbound. Ou seja, vale a pena, não? 

Captação de clientes, falando de forma muito simplificada, é um trabalho estratégico de atração. E isso independe de usar estratégias de inbound ou outbound, o processo de venda está diretamente relacionado às técnicas que você usa para fazer com que a sua marca ou produto chame mais atenção do que a concorrência = atração. Certo?

Guarde isso na sua cabeça: vender = atrair 

Dito isso, ficou fácil entender como usar o inbound marketing na sua estratégia de captação e, até mesmo, como ele pode te ajudar a definir estratégias de como melhorar o atendimento ao cliente. 

A principal estratégia do inbound é fazer com que o seu lead tenha interesse no que você tem a oferecer, para isso, são usadas estratégias focadas em conteúdos relevantes e conectivos. 

Esse processo de trabalhar conteúdo mais nichado e complexo faz com que a atratividade seja mais direcionada. Quer um exemplo?

Vejamos o público das mães e pais de bebês recém-nascidos. Uma das necessidades desse casal é comprar fraldas, certo? Se você tem uma marca de fraldas, provavelmente, investirá em comerciais de TV, revistas, algumas ações de guerrilha, redes sociais etc.

Pensando estrategicamente, os meios de comunicação em massa, como televisão, revistas e as ações de guerrilha chegam no seu público? Sim. Mas concorda que esse tipo de ação alcança um número muito maior de pessoas do que esses pais que estão, de fato, buscando fraldas? Provavelmente, você irá impactar crianças, adolescentes, homens e mulheres sem filhos, incluindo aqueles que nem querem ter filhos. 

Conclusão: você vai investir um alto valor nesse tipo de mídia para contar com a "sorte" de os pais com bebês recém-nascidos verem a sua ação e se conectar com ela (porque não basta ver, é preciso conectar). 

Para grandes marcas com grandes orçamentos a serem disponibilizados para a propaganda, talvez não tenha problema investir esse valor, mas se você precisa escolher ações mais específicas, isso importa! 

Agora, que tal escolher um influencer digital que fala nas redes sociais exatamente sobre maternidade/paternidade? Essa pessoa que fala apenas desse tema já tem um público nichado: pessoas que têm interesse em temas de maternidade/paternidade. 

Esse influencer já fez o seu trabalho de selecionar o público, ele já fala com esse público. Nesse caso, basta inserir a sua marca na rotina dele. Ah, falando em mensuração, atualmente, você pode criar links específicos de campanha para esse influenciador e pedir que esse link seja utilizado por ele, assim, você consegue mensurar, de forma mais assertiva, a quantidade de pessoas que se tornaram clientes por meio daquela pessoa. 

É assim que o inbound funciona: conectando. 

Como você pôde ver na imagem da flywheel que colocamos ali em cima, no inbound, você trabalha todas as etapas constantemente: atrair, vender e fidelizar o cliente. Cada etapa do processo de venda é relacionada, e esse atrito constante é o que vai fazer com que o seu cliente esteja cada vez mais perto de você. 

Aliás, para entender melhor essas estratégias de captação no momento em que vivemos, vale a pena conferir mais este post aqui do nosso blog: Marketing 5.0, aproxime-se dos seus possíveis clientes.  


Marketing 5.0: Aproxime-se  dos seus possíveis clientes 

  
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